Atualizado em 07/06/2026
Tomada queimada, disjuntor que cai, ponto sem energia — a parte elétrica vira discussão técnica na saída. Desgaste e falha do imóvel não são do inquilino; mau uso pode ser. O registro de entrada que os dois assinaram separa os casos.
A instalação elétrica é parte do imóvel: falha por idade ou defeito da rede tende a ser responsabilidade do locador, como manutenção. Já uma tomada queimada por sobrecarga ou mau uso do inquilino pode recair sobre ele — especialmente em pontos de alta potência (chuveiro, máquina, ar-condicionado).
Provar o estado depende de ter testado na entrada. Acender as luzes, mostrar as tomadas e, nos pontos críticos, verificar funcionamento — tudo na câmera, com o inquilino assinando — evita a dúvida ‘já estava queimada?’. Tomada sem tampa, ponto frouxo e disjuntor com problema também entram no registro.
Com o laudo bilateral, o estado elétrico de entrada fica documentado e assinado pelos dois. Falha que já existia não vira conta do inquilino; dano novo por mau uso fica claro. É a forma de tratar um tema técnico de forma objetiva.
Acenda tudo, mostre as tomadas e os pontos de alta potência, com o inquilino presente.
O funcionamento na entrada vira prova assinada por ambos.
Falha antiga vs dano novo por mau uso fica objetivo no laudo bilateral.
Depende. Falha por idade/defeito da instalação tende a ser do locador; queima por sobrecarga ou mau uso pode ser do inquilino. O estado de entrada assinado define o ponto de partida.
Acendendo as luzes e mostrando as tomadas na câmera, testando os pontos de maior potência, com o inquilino acompanhando e assinando.
Se decorre da instalação (defeito/idade), tende a ser do locador. Registrar o funcionamento na entrada evita que isso vire cobrança indevida na saída.
Locador e inquilino registram cada cômodo juntos, pelo WhatsApp, sem instalar app. Grátis pra começar.
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