Atualizado em 07/06/2026
Furo de quadro, suporte de TV, marca de móvel — a parede quase sempre vira cobrança na saída. A linha entre desgaste normal e dano é a vistoria de entrada que os dois assinaram.
A regra geral: o inquilino devolve o imóvel no estado em que recebeu, descontado o desgaste natural do uso. Pequenas marcas de uso normal não se cobram; furos, buracos e danos que exigem reparo, sim — desde que se prove que não existiam na entrada.
Aí está o ponto. Sem um registro de entrada que mostre as paredes e que o inquilino tenha assinado, vira ‘já estava assim’ contra ‘não estava’. Com o registro bilateral, cada furo aparece (ou não) na entrada — e a conversa de quem repara fica objetiva.
Cobrar pintura inteira do inquilino por desgaste normal costuma ser questionável. Mas reparar furos que ele fez é razoável. O laudo de entrada e o de saída, assinados pelos dois, separam um caso do outro sem briga.
De perto: furos, buchas, manchas e marcas de móvel, com o inquilino participando.
O estado das paredes na entrada vira prova assinada por ambos.
Furo novo vs antigo, dano vs desgaste — tudo objetivo no laudo bilateral.
Não necessariamente. Repintura por desgaste normal de uso costuma ser questionável; reparo de furos e danos que você causou, sim. O laudo de entrada assinado pelos dois define a régua.
Se a parede estava sem furos na entrada (registrado e assinado) e você furou, o reparo tende a ser seu. Se já havia, não.
Filmando cada parede na vistoria de entrada e assinando junto com o locador. Marca antiga vs nova fica clara na comparação da saída.
Locador e inquilino registram cada cômodo juntos, pelo WhatsApp, sem instalar app. Grátis pra começar.
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