Atualizado em 07/06/2026
Controle de portão que sumiu, chave reserva que não voltou, tag do prédio perdida — itens pequenos viram cobrança cara na saída. A defesa é ter registrado quantos foram entregues, com os dois assinando.
Na entrega, o inquilino recebe um conjunto: chaves (porta, portão, correspondência), controles do portão e, às vezes, tags/cartões de acesso do condomínio. Na devolução, espera-se que tudo volte — e a reposição de controle ou tag costuma ser cara.
O problema é provar quanto foi entregue. Se a vistoria de entrada registra ‘2 chaves, 1 controle, 1 tag’ e os dois assinam, a conferência na saída é objetiva. Sem isso, vira ‘te dei dois controles’ contra ‘só recebi um’.
Com o registro bilateral, o número de chaves e controles entregues fica documentado e assinado pelos dois. Some isso à devolução conferida junto, e ninguém cobra (nem some) item que não foi combinado.
Quantas chaves, controles e tags estão sendo entregues — filme e anote.
O número de itens entregues vira registro assinado por ambos.
Na saída, confiram item por item contra o laudo de entrada.
Sim — o conjunto entregue deve voltar. Reposição de controle, tag ou chave codificada costuma ser cobrada, então confira tudo na devolução.
Com a vistoria de entrada registrando exatamente quantos itens foram entregues, assinada pelos dois. É o que evita esse impasse.
Pela reposição, em geral sim, se ele constava na entrega. Por isso registrar o número de controles na entrada protege os dois lados.
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